Perdendo a própria experiência de ensinar e facilitar

Diferente de como costumo iniciar os textos deste blog, geralmente com um título seguido de uma imagem, neste caso vou começar com um vídeo clip de uma das minhas bandas preferidas.

 

Peço licença, inclusive, para quem não aprecia tanto Rock and Roll. Ainda assim, sigo com essa escolha porque essa música, para mim, não é apenas uma preferência pessoal. Ela é um retrato muito preciso de algo difícil de sustentar: a impermanência da experiência.

 

Mais do que falar sobre o tempo, ela expõe um ponto mais incômodo. A experiência está escapando enquanto ainda estamos dentro dela.

 

A canção não romantiza esse fato e tampouco oferece uma saída. Ela apenas mostra, com bastante clareza, um movimento que é profundamente humano: tentamos acompanhar, tentamos segurar, tentamos intensificar aquilo que estamos vivendo e, mesmo assim, a experiência escapa. Como diz um dos trechos: “experience slips away”.

 

Talvez, no fim, o que esteja em jogo não seja o tempo em si, mas a qualidade da presença dentro dele. A tentativa, muitas vezes frustrada, de não se perder em uma vida que continua passando enquanto ainda estamos tentando habitá-la.

 

É com essa lente que proponho o que vem a seguir.

 

Agora, sim, vamos ao vídeo.

 

Se preferir, ative as legendas em para acompanhar a letra.

Quando a experiência escapa antes mesmo de ser vivida

Presença, impermanência e o risco de desaparecer dentro da própria experiência

Talvez seja justamente por isso que Time Stand Still diga tanto sobre a experiência de ensinar hoje. Não porque o professor esteja apenas com saudade de outro tempo, nem porque a docência contemporânea possa ser reduzida a um lamento sobre excesso, pressa ou desgaste. O ponto é outro: em muitos contextos, ensinar passou a ser também a experiência de tentar sustentar presença em meio a uma realidade que se move rápido demais.

 

A aula acontece, o conteúdo avança, os estímulos se multiplicam, as demandas se sobrepõem. Entre presença física, telas, notificações, mudanças de ritmo, exigências institucionais, expectativas da turma e pressão por desempenho, o professor muitas vezes já está respondendo a tudo isso antes mesmo de conseguir se situar com clareza no que está acontecendo. A experiência pedagógica segue em curso, mas nem sempre há tempo psíquico para realmente chegar nela.

 

É nesse ponto que a ideia de impermanência ganha uma densidade menos abstrata e mais concreta. Não se trata apenas de reconhecer, filosoficamente, que tudo passa. Trata-se de perceber que, no cotidiano docente, o que muitas vezes escapa primeiro não é o planejamento, o conteúdo ou o compromisso, mas a possibilidade de permanecer suficientemente presente para acompanhar a própria experiência enquanto ela acontece.

 

Isso ajuda a nomear um mal-estar que, por vezes, fica mal formulado. O problema não está somente no volume de tarefas, nem apenas no cansaço acumulado. Está também no fato de que a experiência da aula pode começar a escapar do professor no exato momento em que ele ainda está dentro dela, tentando sustentá-la. A aula segue, as decisões continuam sendo tomadas, a condução avança, mas alguma coisa da presença vai se perdendo no processo.

 

Quando isso acontece, o ensino corre o risco de ser vivido mais como travessia do que como experiência. O professor continua atuando, explicando, mediando, intervindo, organizando, respondendo. Mas, em vez de habitar com alguma nitidez o que está se passando, passa a atuar de maneira contínuia e forçada, tentando dar conta do que surge sem conseguir acompanhar com clareza o efeito disso sobre si mesmo, sobre a turma e sobre a qualidade da própria condução.

 

Talvez por isso o ponto central aqui não seja o tempo em si, mas a qualidade da presença dentro dele. Porque não é só a aula que passa. Passa também a chance de notar o que está mudando na atenção, no ritmo, no clima relacional e na própria disponibilidade interna antes que tudo isso se converta apenas em resposta automática. E é justamente nesse intervalo, cada vez mais estreito, que parte importante da experiência de ensinar pode se perder.

O problema não é apenas o cansaço. É o automatismo.

Quando a resposta vem antes da percepção e a presença se perde no processo

Quando isso acontece, o professor não perde apenas bem-estar. Perde margem de percepção. E, sem essa margem, a condução da aula tende a ficar mais automática, mais rígida e menos precisa.

 

Esse automatismo nem sempre é visível de imediato. De fora, ele pode parecer apenas agilidade, comprometimento ou capacidade de manter tudo funcionando apesar da pressão. Mas, por dentro, a experiência costuma ser outra. A resposta começa a vir antes da leitura da situação. O professor fala, decide, corrige, intervém, reorganiza e segue em frente sem conseguir, ao mesmo tempo, perceber com nitidez o que está acontecendo em si mesmo, na turma e na qualidade da própria presença.

 

É assim que a aula pode continuar acontecendo e, ainda assim, ser atravessada de modo cada vez menos consciente. O ritmo aperta, a fala acelera, a escuta se estreita, a atenção se fragmenta, e a resposta vai deixando de nascer de uma leitura mais clara do contexto para surgir principalmente da urgência de conter, resolver, controlar ou apenas dar conta.

 

Esse ponto é importante porque ajuda a corrigir uma leitura simplista do mal-estar docente. Nem sempre o problema está apenas no excesso de tarefa ou no cansaço acumulado, embora ambos sejam reais. Em muitos momentos, o que compromete a experiência de ensinar é o fato de que, sob pressão, o professor vai perdendo a capacidade de notar com clareza o que está acontecendo enquanto ainda está acontecendo. E, quando essa capacidade diminui, cresce a chance de responder com mais pressa, mais reatividade e menos escolha.

 

Não se trata aqui de opor automatismo e competência, como se toda resposta rápida fosse ruim ou como se o professor devesse operar em estado de reflexão constante. Parte importante da docência depende, sim, de repertório, hábito, manejo incorporado e decisões rápidas. O problema começa quando esse funcionamento deixa de ser recurso e passa a ser quase o único modo disponível de condução. Nesse ponto, o professor já não utiliza automatismos a seu favor, ele passa a ser conduzido por eles.

 

Isso produz um efeito importante. A aula continua sendo dada, mas algo da experiência subjetiva de ensinar vai se empobrecendo. O professor segue fazendo o que precisa ser feito, porém com menor capacidade de perceber nuances, sustentar presença, ajustar o tom, reconhecer o próprio limite e responder ao contexto de modo mais fino. É como se a condução fosse se tornando progressivamente mais operacional e menos consciente.

 

Talvez por isso o problema não seja apenas o desgaste. O desgaste pesa, sem dúvida. Mas o automatismo altera a própria qualidade da experiência. Ele estreita a percepção, empobrece a leitura do momento e reduz a liberdade de resposta. E, quando isso se instala, a docência corre o risco de ser vivida mais como sequência de reações do que como prática efetivamente habitada.

Por que começar pelo corpo e não pela tentativa de “pensar melhor”

Antes de entender, é possível notar

Quando a pressão aumenta, nem sempre o primeiro problema é a falta de compreensão. Muitas vezes, o que se perde primeiro é o acesso mais claro à própria experiência. O professor até poderia, em outro momento, descrever com precisão o que está sentindo, pensando ou vivendo. Mas, no meio da aula, na correria, múltiplas demandas e necessidade constante de resposta, isso nem sempre acontece.

 

É por isso que, em situações assim, tentar começar pela via puramente racional costuma falhar. Não porque pensar não importe, nem porque a reflexão deva ser substituída por alguma forma de resposta instintiva. O ponto é outro: sob tensão, a mente frequentemente já está ocupada demais tentando resolver, conter, compensar, manter o ritmo ou simplesmente seguir. Nessa hora, exigir de si uma leitura clara, organizada e sofisticada do que está acontecendo pode se tornar mais uma cobrança do que um caminho real de retorno.

 

O corpo, por outro lado, costuma oferecer sinais mais precoces e mais concretos. A respiração encurta, os ombros sobem, o maxilar tensiona, a fala acelera, o campo de atenção se estreita. Em muitos casos, o corpo acusa antes que a narrativa mental consiga se formar com nitidez. Não porque pensamentos e emoções sejam menos importantes, mas porque a dimensão corporal da experiência muitas vezes aparece primeiro, de maneira mais observável e mais acessível no fluxo real da aula.

 

Começar por aí não significa reduzir a experiência ao biológico, nem transformar o corpo em explicação total do que está acontecendo. Significa apenas reconhecer que, quando a cena já está em andamento, talvez seja mais possível notar do que compreender plenamente. Notar o apoio dos pés no chão. Notar a pressa no ritmo da fala. Notar a tensão nos ombros. Notar o impulso de responder rápido demais. Notar que algo da presença já começou a se estreitar.

 

Essa mudança de lógica é importante. Em vez de esperar uma interpretação completa para então se reorganizar, o professor pode começar por pequenos sinais que devolvem alguma margem de contato com o que está acontecendo. Não se trata de entender tudo. Trata-se de recuperar o suficiente para não seguir inteiramente capturado pelo automatismo.

 

Esse tipo de percepção não resolve a complexidade do contexto escolar, nem elimina a sobrecarga real que pesa sobre a docência. Mas pode produzir uma diferença decisiva: reabrir, ainda que por instantes, um espaço entre o que está acontecendo e a resposta que será dada. E, às vezes, é justamente esse espaço mínimo que impede que a condução se torne inteiramente reativa.

Pausas breves não resolvem tudo. Mas podem devolver o eixo da condução

Pequenos retornos à experiência ao longo da aula

Se a experiência escapa e o automatismo assume parte da condução, a questão não passa a ser como controlar melhor a aula ou sustentar mais esforço. Passa a ser como recuperar, ainda que parcialmente, alguma margem de presença dentro do que já está acontecendo.

 

E, nesse ponto, esperar por condições ideais costuma ser um erro. A aula não vai desacelerar no meio do processo. A pressão não vai se reorganizar para que o professor, então, consiga voltar a si com calma. Se a retomada da presença depender de um cenário mais favorável, ela provavelmente não acontecerá.

 

É por isso que, muitas vezes, o caminho possível não está em grandes mudanças, mas em microinterrupções ao longo da própria experiência. Interrupções curtas, discretas e suficientes para quebrar, por alguns segundos, o fluxo automático que vai tomando conta da condução.

Isso pode acontecer de formas simples:

 

  • Pode ser notar o apoio dos pés no chão enquanto a turma realiza uma atividade.
  • Pode ser perceber a respiração antes de responder uma pergunta mais tensa.
  • Pode ser reconhecer, em silêncio, que o estado atual não é clareza, mas aceleração.
  • Pode ser criar um pequeno intervalo entre uma explicação e outra, em vez de preencher imediatamente todo o espaço com mais fala.

 

Nada disso elimina a complexidade da cena, nem resolve os impasses estruturais da educação. Também não substitui didática, planejamento ou manejo pedagógico. O valor dessas pausas está em outra direção: elas podem devolver uma pequena margem entre o que está acontecendo e a forma como o professor responde a isso.

 

E, em muitos casos, é justamente essa margem que permite que a condução deixe de ser puramente reativa e volte a ter algum grau de direção. Não porque a pressão desapareceu, mas porque o professor conseguiu, ainda que brevemente, interromper o automatismo antes de ser inteiramente conduzido por ele.

 

Há um equívoco comum nesse ponto: imaginar que só mudanças maiores fazem diferença. Nem sempre. Em cenários de alta demanda, a qualidade da experiência muitas vezes se sustenta em ajustes pequenos, repetidos ao longo do tempo. Não como técnica sofisticada, nem como ritual obrigatório, mas como condição mínima para não desaparecer completamente dentro do que se está vivendo.

 

Para que isso não fique apenas no nível da reflexão, vale descer um pouco mais ao concreto. Abaixo, deixo um exemplo simples de microinterrupção possível no cotidiano docente.

Um exemplo simples

Pausa de aterrisagem

Uma pausa breve de aterrissagem pode começar de forma muito simples:

 

Antes de entrar na sala de aula, ou mesmo nos primeiros instantes de uma aula, o professor pode interromper por alguns segundos o impulso de apenas seguir. Não para esvaziar a mente, relaxar à força ou criar um clima ideal, mas para chegar minimamente à própria experiência.

 

  1. Pode notar o apoio dos pés no chão.
  2. Perceber a respiração como ela está, sem tentar corrigi-la.
  3. Reconhecer pontos de tensão no corpo.
  4. E formular, de maneira breve, a intenção do próximo momento: chegar, sustentar, conduzir, escutar, retomar.

 

Nada disso leva muito tempo. A pausa pode criar uma pequena diferença entre entrar já capturado pelo modo automático e entrar com alguma presença para perceber o que está acontecendo enquanto ainda está acontecendo.

O que a ciência contemporânea nos traz sobre presença, atenção plena e a experiência do professor em sala de aula

Albrecht, Albrecht e Cohen (2012) – Na revisão Mindfully Teaching in the Classroom, os autores argumentam que a prática de mindfulness tem potencial para melhorar o manejo da sala de aula, relação professor-aluno e estratégias instrucionais, mas trazem um ponto importante: antes de ensinar presença ao alunos, o professor precisa praticá-la e torná-la uma rotina na própria vida.


Emerson et al. (2017) – Essa revisão sistemática com 12 publicações e 13 grupos independentes de participantes concluiu que as intervenções baseadas em mindfulness para professores tiveram maior impacto justamente em regulação emocional, além de relevância para estresse e autoeficácia. A literatura sugere que apoiar a capacidade do professor de regular sua própria experiência tem implicações para relações com alunos e manejo de sala.

 

Flook et al. (2013) – No estudo piloto randomizado com um curso adaptado de MBSR (Mindfulness-Based Stress Reduction) para professores, os participantes mostraram redução de sintomas psicológicos e burnout, aumento de autocompaixão e melhora em organização de sala avaliada por observadores. Já o grupo controle, em contraste, apresentou piora em indicadores de burnout e cortisol ao longo do tempo. Isso é forte porque liga prática contemplativa não só a “sentir-se melhor”, mas também a aspectos observáveis da condução em sala.

 

Jennings et al. (2013) – No RCT do programa CARE (Cultivating Awareness and Resilience in Education), os resultados apontaram que o programa tem potencial para apoiar professores em contextos desafiadores e, por consequência, melhorar ambientes de aprendizagem. O importante nesse artigo é a lógica causal implícita: características psicossociais do professor não são periféricas, elas afetam o clima emocional, a organização e a qualidade da sala.

 

Hirshberg et al. (2020) – Esse estudo com professores em formação inicial mostrou que integrar práticas de mindfulness e conexão à formação docente melhorou a capacidade de observar a própria experiência e fortaleceu comportamentos ligados ao manejo de sala. Assim, não basta apenas saber o que fazer dentro da sala de aula, o professor precisa conseguir notar o que está acontecendo enquanto está acontecendo.

 

Tao et al. (2022) – Em um estudo com 498 professores chineses, mindfulness docente, engajamento no trabalho e emoções em sala apareceram significativamente correlacionados. Os autores encontraram ainda mediações parciais entre mindfulness, emoções de sala e engajamento. Quanto mais o professor está atento e menos capturado pelo modo automático, maior a chance de engajar melhor no trabalho e de experimentar um campo emocional menos deteriorado em sala de aula.

 

Wang 2023 – O estudo sobre relação professor-aluno mostrou associação robusta entre mindfulness para docentes e qualidade da relação com os alunos, com a inteligência emocional aparecendo como mediadora importante. Presença do professor não é assunto privado, ela altera a qualidade da interação pedagógica.

 

Aslan Gordesli (2022) – Nesse estudo com 288 professores, a autoeficácia em manejo de sala apareceu como mediadora parcial na relação entre mindfulness no ensino e burnout. Em termos práticos: presença e atenção plena não reduzem desgaste só porque “acalmam”, elas podem fortalecer a sensação de competência para manejar a sala, e isso ajuda a proteger contra esgotamento.

 

Lensen et al. (2024) – Esse ensaio randomizado pré-registrado com professores do ensino fundamental na Holanda investigou a efetividade do MBSR padrão para reduzir estresse percebido e também examinou desfechos como mindfulness, regulação emocional, autocompaixão, autoeficácia, relação professor-aluno e clima de sala. 

 

Dvoráková et al. (2024) – Esse estudo quase experimental na República Tcheca, professores que participaram de um programa de desenvolvimento profissional baseado em mindfulness e autocompaixão apresentaram, no pós-teste, maior autoeficácia e autocompaixão, e menores níveis de depressão, ansiedade e exaustão emocional que os controles. No acompanhamento, o grupo intervenção pareceu protegido contra a piora do bem-estar ao longo do ano letivo. Pequenas práticas de presença não resolvem a estrutura escolar, mas podem funcionar como fator protetivo em um cenário cronicamente exigente.

Referências de suporte

ALBRECHT, Nicole J.; ALBRECHT, Patricia M.; COHEN, Marc. Mindfully teaching in the classroom: a literature review. Australian Journal of Teacher Education, v. 37, n. 12, p. 1-14, 2012. DOI: 10.14221/ajte.2012v37n12.2.

EMERSON, Laura M.; LEYLAND, Anna; HUDSON, Kelly; ROWSE, Georgina; HANLEY, Paul; HUGH-JONES, Siobhan. Teaching mindfulness to teachers: a systematic review and narrative synthesis. Mindfulness, v. 8, n. 5, p. 1136-1149, 2017. DOI: 10.1007/s12671-017-0691-4.

FLOOK, Lisa; GOLDBERG, Simon B.; PINGER, Laura; BONUS, Katherine; DAVIDSON, Richard J. Mindfulness for teachers: a pilot study to assess effects on stress, burnout, and teaching efficacy. Mind, Brain, and Education, v. 7, n. 3, 2013. DOI: 10.1111/mbe.12026.

JENNINGS, Patricia A. et al. Improving classroom learning environments by cultivating awareness and resilience in education (CARE): results of a randomized controlled trial. School Psychology Quarterly, v. 28, n. 4, p. 374-390, 2013. DOI: 10.1037/spq0000035.

HIRSHBERG, Matthew J.; FLOOK, Lisa; ENRIGHT, Robert D.; DAVIDSON, Richard J. Integrating mindfulness and connection practices into preservice teacher education improves classroom practices. Learning and Instruction, v. 66, art. 101298, 2020. DOI: 10.1016/j.learninstruc.2019.101298.

TAO, Wei. Understanding the relationships between teacher mindfulness, work engagement, and classroom emotions. Frontiers in Psychology, v. 13, art. 993857, 2022. DOI: 10.3389/fpsyg.2022.993857.

WANG, Xue. Exploring positive teacher-student relationships: the synergy of teacher mindfulness and emotional intelligence. Frontiers in Psychology, v. 14, art. 1301786, 2023. DOI: 10.3389/fpsyg.2023.1301786.

ASLAN GÖRDESLI, Mine. Mindfulness in teaching and job burnout: the mediating role of self-efficacy. International Journal of Psychology and Educational Studies, v. 9, n. 4, 2022.

LENSEN, J. H.; STOLTZ, S. E. M. J.; KLEINJAN, M.; KRAISS, J. T.; SCHOLTE, R. H. J.; SPECKENS, A. E. M. Mindfulness-based stress reduction for elementary school teachers: a randomized controlled trial. Frontiers in Education, v. 9, art. 1385375, 2024. DOI: 10.3389/feduc.2024.1385375.

DVOŘÁKOVÁ, Kamila; GARCÍA VALLADARES, Laura; BUTZER, Bethany; LANGE, Calvin; GREENBERG, Mark. Effectiveness of a mindfulness-based professional development program for primary school teachers in the Czech Republic: a quasi-experimental study. International Journal of Environmental Research and Public Health, v. 21, n. 12, art. 1669, 2024. DOI: 10.3390/ijerph21121669.

Uma resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Picture of Rafael Davini

Rafael Davini

Mestre pela UNICAMP. Professor facilitador de grupos com mais de 10 anos de experiência atuando em universidades como UNICAMP, PUCCAMP, USF e SÃO CAMILO. Consultor em empresas como EMS, AMBEV, Grupo O Boticário, Mercedes Benz Caminhões, Danone, entre outras.
Especialista em:
• Design da Facilitação de Grupos
• Design Thinking
• Inovação Exponencial (Singularity University - EUA)
• Transformação Digital (Silicon Valley Innovation Center -USA)
• Certificado internacional em metodologias ágeis (SCRUM.org)